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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Um Novo Tempo

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindoEm 2017, espera-se encarar a vida naturalmente como renovação. Pois em meio as transições necessárias e as dificuldades, há que se ter iniciativas e fugir do pessimismo. Em Várzea Grande, devido às novas eleições, ainda que muita coisa permaneça, parece que a nova visão e nova mentalidade para encarar os desafios se coloca como objetivos de avançar... 

Atualmente uma nova consciência está brotando entre as pessoas, que eleva as discussões, buscando dar diretrizes, rumo ao que for para melhorar a vida do coletivo. Muito embora, tenha havido muita recusa popular em participar diretamente do pleito de 2016, onde ficou registrado o descontentamento popular com a política, em forma de votos brancos, nulos e abstenções. O reflexo disso tudo é muito significativo, pois obriga os eleitos a pensarem sobre sua atuação. Serão condicionados a produzirem e mostrar ao povo a sua contribuição. O Edis sabe que há um percentual que não o aprovou. Está lá registrado nas eleições de 2016. Fato.

Mas, essa consciência popular que está brotando, vai cobrar dos eleitos mais responsabilidade e a real produtividade. Já foi notado com a manifestação pelo não aumento de salário na câmara, nesta seção de 23 de novembro. Ou seja, começarão a ser mais vigiados e cobrados. E, vai ser preciso dar satisfação para a população sobre sua atuação, durante o seu mandato. De que forma? Demonstrando o que está fazendo de fato, no exercício do seu mandato e expondo isso. Afinal, políticos são eleitos para fazer a melhoria para a coletividade, se cercando da participação e olhar da sociedade organizada.

Uma cidade como Várzea Grande, que já foi chamada de cidade industrial, precisa buscar, sem dúvida nenhuma, ter "um senhor parque industrial", funcionando como atrativo às instalações de grandes indústrias. Principalmente quando se está inserido no coração de um estado promissor, onde o agronegócio é a "mola mestre" do seu funcionamento. Bem como, favorecida por uma vasta malha viária para transportes de cargas. E, com previsão de incremento disso.

Ora. A nova câmara de vereadores, tem a tarefa de legislar de fato, conforme suas prerrogativas. Preparando a cidade para o futuro. Direcionando-a para dias melhores. O município deve ter como objetivo administrar em benefício de seus moradores. Buscando avançar, atacando o que o faz fraco, para aproveitar as potencialidades ampliando as  oportunidades! De forma que se avance sobre os problemas, trazendo vantagens para a coletividade permanecer lutando. E, dessa forma, realmente crescer, acalentando os sonhos de prosperidade da sua gente. E, tudo isso se faz com leis inteligentes e claras.

Domingos Sávio Bruno é engenheiro florestal em Mato Grosso – dosaviob@gmail.com



sábado, 12 de abril de 2014

UM NOVO TEMPO, UM NOVO LÍDER PARA MT

Mato Grosso, estado gigante. Grande produtor de grãos e de pecuária evoluída e produtiva. Destaque nacional em produtividade no agronegócio. Mas com algumas deficiências, como por exemplo, a dificuldade de logística, pelas más condições das estradas, pela falta de modais de transportes mais baratos como a necessária ferrovia, que parece eternamente emperrada por questões ambientais e de planejamento. Olha que isso já é necessário desde a época do Senador Vuolo, que tanto batalhou por esse modal. E sem contar com o transporte fluvial, que também requer autorizações ambientais, que por exigências burocráticas, certamente continuará no campo dos sonhos. Ora, parece que o sistema de governo foi preparado para atrapalhar os governantes, não???

Outra falta que dá pra perceber nitidamente neste nosso rico estado pobre é a falta de lideranças políticas. É isso mesmo! De um lado vemos os Dinossauros da terra entregando o bastão, mas sem encontrarem sucessores a altura. Como, Carlos Bezerra pelo PMDB. Júlio Campos e Jayme Campos, pelo DEM. Dante, nem se fala, não houve nem vestígios de sucessão. Se houve jamais a altura do seu destaque. E aí vemos surgindo de leve o Pedro Taques, o Lúdio, o Julier, mas sem tanta expressão no cenário atual. Porém, uma das lideranças que muito se esperava dele seria o nosso Governador, que acaba deixando muito espaço para o Blairo Maggi, que pelo modo da condução da política, e pela demonstração de pouco interesse, parece tem deixado a desejar, uma vez que desde o início da sua trajetória parece demonstrar que quem comanda é ele, e a vontade dele é superior a dos demais, não parece se preocupar com a opinião da coletividade. E até mesmo pode ser por este fato que o Governador Silval Barbosa segue timidamente na sua sombra, parece que sempre aguardando a decisão do seu comandante e líder. Veja bem, é apenas uma observação como cidadão, não tem nada de conhecimento científico aqui. Se houve alguma coisa que não esteja correto, gostaria que estudiosos pronunciassem.

Como pode um estado com extensão fenomenal depender de lideranças apáticas, novatas ou “disnossauricas”? Por não ter sido trabalhado pelos atuais uma boa e saudável sucessão? Ou pelo fato de não terem surgido mais líderes com capacidade de aglutinação de grupos e ideias inovadoras? É preciso um levantamento desses dados...

Pasmem! O Estado é rico em tudo, menos em lideranças políticas. Por quê? Ora, fiquem de olho nos tapetes...



Domingos Sávio Bruno é Engenheiro Florestal  - saviobruno@terra.com.br



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

UM NOVO TEMPO

Os profissionais que trabalham com licenciamentos em Mato Grosso, mais do que nunca precisam estar bastante unidos para pedir junto aos seus representantes políticos (cada grupo deve ter um), ou melhor, para EXIGIR a extinção dessa estrutura institucional falida e retrógrada CHAMADA DE SEMA, BUSCAR e a criação imediata de um instituto de desenvolvimento florestal para colocar um fim nesse marasmo que corrói e destrói a classe e o setor de base florestal no Estado de Mato Grosso. Há sim uma luz no fim do Túnel. E para tanto é necessário que os licenciamentos de propriedades rurais até quatro módulos fiscais passem para a responsabilidade das secretarias municipais de meio ambiente e que seja criada uma nova estrutura para tratar do meio ambiente para assuntos de grande monta, e que seja inserindo a agenda desenvolvimentista. É chegada a hora. Vejam que as eleições se aproximam...


Domingos Sávio Bruno é engenheiro florestal e atua em Mato Grosso
saviobruno@terra.com.br